A série conta a história de oito desconhecidos: Will GorskiRiley BlueCapheus “Van Damme” OnyongoSun BakLito RodriguezKala DandekarWolfgang Bogdanow e Nomi Marks. Cada uma dessas pessoas é de uma cultura e um país diferente (exceto, Gorski e Nomi, ambos americanos). Em seu cotidiano, todos subitamente têm uma visão da violenta morte de uma mulher chamada Angelica e, a partir de então, eles descobrem estar mental e emocionalmente ligados um ao outro, sendo capazes de se comunicar, sentir e apoderar-se do conhecimento, linguagem e habilidades alheias. A quem tem esse tipo de dom é dado o nome de Sensate. Ao passo que tentam descobrir como e por que esta conexão aconteceu e o que isso significa, um misterioso homem chamado Jonas tenta ajudar os oito. Enquanto isso, outro estranho chamado Whispers tenta caçá-los, usando o mesmo poder “sensate”para conseguir acesso as outras mente sensateWhispers precisa olhar nos olhos dos outros sensates. Cada episódio reflete os pontos de vista dos personagens que interagem uns com os outros enquanto aprofundam as próprias origens, as próprias diferenças e as experiências passadas que possam uni-los.

Eu já havia tentando começar assistir a série antes, mas preciso falar sobre o episódio piloto da série. Sinceramente, acho que o enredo foi produzido de uma forma desleixada, que apesar de ter inúmeras críticas boas em relação a tudo, não conseguiu me prender nem um pouco. Já inicia com vários fatos e acontecimentos sem nenhuma explicação e que deixa quem está assistindo um tanto perdido, principalmente nos 25 primeiros minutos. Este motivo foi responsável por me fazer desistir da mesma exatas três vezes até agora, justamente o fato monótomo de não se saber o que está acontecendo por tanto tempo. São muitos fatos jogados de uma única vez que acaba complicando a situação.

Talvez caso eu continue a série possa mudar completamente minha perspectiva quando a mesma, mas em relação ao primeiro episódio, acho que deveria de alguma forma “prender” ou despertar um pouco de curiosidade em quem assiste.

Apesar do comentário bem negativo em relação ao primeiro episódio, uma coisa que me chamou muito atenção, foram as musicas e efeitos sonoros muito bons que foram usados e que salvaram boa parte das senas. Tom Tykwer e Johnny Klimek , que compuseram em conjunto as trilhas sonoras de Cloud Atlas e tiveram uma contribuição menor na trilha sonora de The Matrix Revolutions, como parte de Pale 3, compuseram a música da série, que foi orquestrada pelo colega e colaborador de Cloud Atlas, Gene Pritsker . A música foi gravada pela Orquestra Sinfônica de MDR Leipzig Radio.

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