As famílias reais mais famosas da Europa

As famílias reais geram grande curiosidade na população mundial, conheça agora as mais lembradas do Velho Continente

Os encantos da realeza

Os casamentos reais ingleses fazem com que o mundo lembre-se totalmente das monarquias que existem no Velho Continente. Atualmente são doze países em que estas formas de governo prosperam e chamam a atenção daqueles que acompanham a vida dos que tem, em si, o sangue azul.

São diversas dinastias que governam por anos seus respectivos países, em síntese eles são: o Reino da Bélgica, o Reino da Dinamarca, o Reino de Espanha, o Principado do Liechtenstein, o Grão-Ducado do Luxemburgo, o Principado do Mónaco, o Reino dos Países Baixos, o Reino da Noruega, o Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. 

Em alguns países existem fatos curiosos, como o caso da primogenitude absoluta aprovada pelo parlamento sueco, onde as mulheres não perdem seu posto para os homens da realeza na linha sucessória, caso ela venha a ocupar as primeiras posições dessa lista. Ou o caso de Andorra, que é única monarquia do mundo com dois reis, e eles não tem origem Andorrense meu caro, mas aqueles que detêm o poder de chefe de Estado monárquico rotativo são o Presidente da França e o Bispo de Urgel. E isto é uma questão histórica de geração em geração, mas em síntese torna está uma anomalia no meio das monarquias hereditárias, lembrando que o parlamento do país é o que governa.

Outro lugar que segue com anomalia em relação a realeza e ao modelo de monarquias europeias é o Vaticano, que é uma monarquia eletiva indireta onde um conclave de cardeais escolhem o próximo Papa e consequentemente rei da Cidade-Estado do Vaticano.

A realeza nos tempos atuais

Sabendo então dos países em que a monarquia europeia parlamentarista ainda prospera após a onda de ascensão do Presidencialismo no século XX, que por meio de guerras e revoluções mudou as conjunturas de governo da maioria dos países europeus. A maioria das famílias reais que permaneceram foram postas como representantes de Estado apenas, com o rei exercendo a função de chefe de Estado (apenas o Vaticano tem o papa na função de chefe de estado e chefe de governo). As dinastias foi legada a função de representantes do país, de baluarte de união deste e de seus povos em uma única nação, ou em outros casos como o Inglês que é o mais famoso

A realeza britânica foi dado o papel de astros internacionais, que movimentam bilhões de libras para o país e atraem uma audiência em média de 3 bilhões de pessoas em cada casamento de algum dos seus membros.

As famílias reais mais famosas da Europa

Dada todas essas explicações sobre as monarquias europeias, ficaria meio chato não falarmos sobre as que mais geram curiosidades sobre nós brasileiros. Desta forma produzimos uma lista simples e fácil das monarquias que nos geram uma grande curiosidade entre todas as famílias reais citadas acima.

A monarquia em Mônaco

O principado Mônaco, o segundo menor país do mundo, como o nome já diz, não tem um rei, mas sim um príncipe que rege a coroa. A dinastia Grimaldi de origem Genovês governa Mônaco desde 1297, e tem hoje como chefe da casa e atual príncipe Alberto II, desde 2005 como chefe de estado e chefe de governo. Dependendo apenas de algumas regulações por parte do legislativo, comandando também o judiciário.

Em síntese o príncipe de Mônaco tem dentre as suas funções, exercer o governo dentro do principado e ainda uma função que ele exerceu bem com seus dois filhos, que é gerar herdeiros da realeza para que a cidade-estado não passe ao poder francês, deve haver sempre pessoas na lista de sucessão do torno de Mônico, o que atualmente conta com quinzes sucessores.

A dinastia tornou-se mundialmente conhecida no mundo pelo sucesso financeiro do principado, que é um paraíso fiscal e ainda um dos metros quadrados mais caros mundiais. As corridas de Fórmula 1 e os cassinos de Monte Carlos também ajudaram a essa popularização da família real monegasca, que se iniciou a partir da entrada da atriz Norte-americana na família real, casando-se com o pai e antecessor de Alberto II, o príncipe Rainier III.

A Suécia e sua interessante monarquia

A casa real da Suécia tem como soberanos desde 1818 a dinastia Bernadotte, que já governa por gerações e tem atualmente como atual soberano o rei Carlos XVI Gustavo, que ascendeu ao trono em 1973 e meses após se casou com a atual rainha Silvia Sommerlath de origem alemã e brasileira. O casal teve 3 filhos e tem como princesa herdeira, a princesa Vitória.

O rei costuma aparecer pouco na mídia, e tem hobbies um tanto poucos diferentes para a sua função na família real. Um deles mais recentemente descoberto é o de piloto de voo comercial de uma empresa área holandesa, este exerceu este papel durante vinte anos sem ser reconhecido por quem o via pilotar, nem desconfiando que este era da realeza, até o momento que confessou a profissão das horas vagas a imprensa. Bem diferente do que imaginaríamos de um rei em nossa concepção, não é mesmo.

Mas o motivo da monarquia está tanto presente no nosso imaginário é por causa da rainha Silvia. De origem brasileira por parte de mãe, ela morou no Brasil e trabalhou como interprete por muitos anos até conhecer o então príncipe Gustavo nas olimpíadas de Munique, e se casar com este um ano depois. Fluente em seis línguas e com um carisma irresistível, a rainha é hoje um dos principais rostos das famílias reais europeias. Assim como uma grande filantropa, que criou fundações como a World Childhood Foundation que protege crianças e adolescentes da exploração sexual por todo o mundo. Dando assim diversos prêmios de honras a esta, e a colocando em holofote mundial.

A Inglaterra e a sua Rainha

A monarca com maior tempo de reinado no mundo chama a atenção por onde passa, assim como a sua dinastia, desde a segunda guerra mundial, a princesa Diana e mais recentemente aos casamentos reais, a família real britânica tornou-se um ícone que movimenta o mundo das celebridades e financeiro quanto o clã Kardashian. Chefe de Estado de 32 países independentes dos quais 16 constituem uma monarquia parlamentarista, a rainha Elizabeth II pode ser considerada a maior chefe de Estado do mundo, com um fortuna estimada em 600 milhões de dólares, cerca de 2,2 bi de reais.

Mas se você pensa que é a rainha que movimenta mais dinheiro e fama para a família real inglesa, você está enganado. Atualmente os dois maiores baluartes de propagação da influência da dinastia Windsor são os casamentos reis e os novos bebês que movimentam a realeza. Estima-se que o príncipe George e a princesa Charlotte valem em média 12 bilhões de dólares em movimentos de mercado da moda, imagine quando crescerem e se envolverem em outras áreas, o sucesso que terão.

Já para estimar a importância dos casamentos reais, o último foi assistido por 3 bilhões de pessoas ao redor do mundo, um número muito maior do que as olimpíadas e o Super Bowl somados. Além da alavancagem financeira que o casamento proporcionou ao país, chegaram a contar 60 bilhões de dólares no total. Por este e outros motivos como a união dos países que fazem parte do Reino Unido, que 68% dos súditos apoiam a permanência da família real.

O que se espera das monarquias

Em uma época que cada vez mais as pessoas sentem-se mais globalizadas e sem um ar de coletivo, ou de pertencimento a um todo, as monarquias se fazem presentes em muitos países como um símbolo de união e da necessidade de se pensar como um país unido e único. Principalmente em países onde a realeza serve de símbolo baluarte de fundação e referência, fazendo da família real por séculos a única capaz de manter a união de diferentes povos dentro de uma única nação.

Como no caso da Espanha, em que no momento que a monarquia tremeu como símbolo de coerência graças aos escândalos de corrupção, a conjuntura do país uno foi questionada pelos Catalães. Ou no caso da casa real de Grimaldi, onde é necessário sempre se deixar um herdeiro da família real para a continuidade do principado frente a França.

Dessa forma em muitos locais, a família real não exerce apenas o papel decorativo, sem nenhum poder. Pois além do papel em empreitadas humanitárias e ambientais que muitas se envolvem, elas também exercem o papel de baluarte de um Estado, e do relacionamento do seu povo com este, sendo este um dos motivos de creditar a estes o papel de Chefe de Estado e a exigência que a realeza cumpra essa função com esmero.

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Marcelo Júnior
Escritor, CEO Fundador & Diretor Proprietário do Mistérios Literários.

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